Oito anos após lei pioneira, estados ainda enfrentam desafios de vacinar dentro da escola
Experiência paranaense iniciada em 2018 inspirou outros locais e ganhou força nacional com mudança nos registros. Ao menos 16 estados possuem legislações ou diretrizes relacionadas à exigência da atualização vacinal no ambiente escolar. Em geral, a falta de vacinação não impede a matrícula ou a rematrícula, mas, nesses casos, o Conselho Tutelar e/ou o Ministério Público devem ser acionados. Transformar a escola em uma aliada da imunização busca enfrentar uma barreira conhecida pelas equipes de saúde: crianças mais velhas e, principalmente, adolescentes estão menos presentes nas salas de vacina. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2024 mostram que pouco mais de 50% dos adolescentes tinham tido contato com algum serviço de saúde nos 12 meses anteriores ao estudo. Mas colocar a estratégia em prática exige mais do que normas. "Mesmo tendo uma lei pioneira no país, houve muitas resistências. A parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde e a Secretaria de Estado da Educação foi fundamental para superar esses obstáculos", conta Virginia Dobrowski dos Santos, coordenadora estadual de imunização da Secretaria da Saúde do Paraná. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo