Pesquisa financiada pela Novo Nordisk aponta que custos de saúde associados à doença e suas comorbidades alcançam R$ 29,56 bilhões anuais. O valor pode ultrapassar R$ 60,5 bilhões até 2033, de acordo com o levantamento, financiado pela Novo Nordisk, farmacêutica que produz as canetas Ozempic e Wegovy. Para chegar aos números, os pesquisadores adaptaram ao contexto brasileiro um modelo fiscal internacional desenvolvido pela consultoria GMAS (Global Market Access Solutions), cruzando dados de saúde, mercado de trabalho e arrecadação tributária. A análise cruzou microdados da última edição da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), de 2019, com variáveis de gênero, idade e mortalidade para medir o peso da obesidade em três frentes: custos no sistema de saúde, reflexos na renda e empregabilidade no mercado de trabalho e o impacto fiscal nas contas do governo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.