No clássico da ficção científica Blade Runner (1982), a humanidade se depara com o problema de segurança peculiar de como dis. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Reprodução/Teiss No clássico da ficção científica Blade Runner (1982), a humanidade se depara com o problema de segurança peculiar de como distinguir um ser humano real de um "replicante", um androide tão perfeitamente construído que é fisicamente indistinguível de nós. A solução encontrada pela polícia foi o Teste de Voight-Kampff, um interrogatório focado em medir reações empáticas e pupilares para desmascarar a máquina escondida sob a pele sintética. Saindo da distopia cyberpunk pós-futurista e aterrissando na cibersegurança de 2026, estamos prestes a enfrentar o nosso próprio dilema de Blade Runner. A provocação que tira o sono de arquitetos de segurança hoje é, justamente, como autenticar, autorizar e auditar um "usuário" que pensa e toma decisões como um humano, mas opera na velocidade e na escala de uma máquina. Em outras palavras, é preciso entender como dar crachá para um Agente Autônomo de Inteligência Artificial. Para entender o tamanho do problema, precisamos olhar primeiro para como a segurança cibernética lidou com identidades até ontem. De maneira geral, a disciplina de Gestão de Identidade e Acesso (IAM, na sigla em inglês) sempre dividiu o mundo em duas caixas muito bem definidas. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.