Implantes mais duráveis e técnicas cirúrgicas modernas ampliaram as possibilidades de atividade física. 1º.jul.2026 às 19h00 Diminuir fonte Aumentar fonte Hilary Achauer The New York Times Kristen Lucek estava no final dos 30 anos quando começou a sentir uma dor no quadril que parecia uma facada toda vez que se curvava. A dor piorou e, em dois anos, Lucek, dona de uma academia em San Diego, não conseguia mais pegar pesos enquanto dava aulas. Ela ficou deprimida e engordou. A ressonância magnética acabou mostrando uma ruptura do lábio acetabular, osteoartrite e esporões ósseos. Isso a levou a fazer uma cirurgia de substituição do quadril no início do ano seguinte, poucos meses antes de completar 40 anos. Lucek, que agora tem 43 anos, diz que a cirurgia resolveu completamente sua dor. "Meu quadril não dói mais", afirma. "Me sinto tão bem no meu corpo, é incrível." Agora faz Hyrox e recentemente bateu seu recorde pessoal na elevação pélvica: três repetições com 145 quilos, mais de 68 quilos a mais do que conseguia fazer antes da cirurgia. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.