O que vem depois da Lei de Moore? A Huawei tem uma resposta
A Huawei apresentou uma nova abordagem para o desenvolvimento de chips chamada Lei Tau nesta segunda-feira (25). O princípio abandona o modelo convencion. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Camila Rinaldi/Canaltech A Huawei apresentou uma nova abordagem para o desenvolvimento de chips chamada Lei Tau nesta segunda-feira (25). O princípio abandona o modelo convencional de encolher transistores e propõe reduzir o tempo que sinais e dados levam para percorrer entre os componentes. A Lei de Moore é o princípio que guiou a indústria de semicondutores por décadas: o poder de processamento dobra periodicamente, à medida que os transistores ficam menores. O modelo, no entanto, esbarra em limites físicos, uma vez que os componentes são tão pequenos que os ganhos de desempenho e os retornos econômicos começaram a diminuir. Já a Lei Tau foca na redução de latência entre as partes do chip e dos sistemas de computação. Assim, é possível extrair mais desempenho sem depender de processos de fabricação mais avançados. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Canaltech