Em fevereiro de 2026, dados da pesquisa State of Video Gaming 2026 indicaram que o investimento em terceirização do desenvolvimento de jogos repre. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Reprodução/DALL-E Em fevereiro de 2026, dados da pesquisa State of Video Gaming 2026 indicaram que o investimento em terceirização do desenvolvimento de jogos representou 35,5% do investimento total em conteúdo dos desenvolvedores no ano passado. A estatística tem crescido desde a pandemia. Estúdios de suporte ou external development acabam trabalhando em grandes produções AAA, seja pelo custo de mão de obra mais baixo ou otimização do tempo de desenvolvimento. A terceirização ou outsourcing é uma prática muito comum na indústria de games. Peguemos o exemplo do RPG de ficção científica da CD Projekt RED, Cyberpunk 2077. O título protagonizado por V passou por muitos problemas relacionados a crunch e à qualidade geral do produto quando chegou às prateleiras em 2020. O que muitos não sabem é que Cyberpunk 2077 não é um jogo inteiramente feito pela CD Projekt RED. Mais de sete estúdios estiveram envolvidos na produção do RPG, vindo de, ao todo, seis países diferentes. Várias outras produções AAA também contam com o chamado outsourcing, como The Last of Us Part II, Final Fantasy VII Rebirth e até mesmo o vindouro Halo: Campaign Evolved. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.