Bolsa começou 2026 em rali, mas apagou uma boa parte dos ganhos. O Copom esteve no centro de cada virada. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Invest BTG Insights Guia de Investimentos Invest Opina Invest Pro Mercados Minhas Finanças Onde Investir Home Invest Mercados O Ibovespa a cada Copom: como as decisões de juros mexeram com a bolsa este ano Bolsa começou 2026 em rali, mas apagou uma boa parte dos ganhos. O Copom esteve no centro de cada virada Ibovespa: sensível a juros e inflação (Germano Lüders/Exame). O primeiro semestre está na reta final e o que não faltou na primeira metade de 2026 foi emoção. Conflitos geopolíticos, petróleo em disparada e inflação elevada marcaram o período e mudaram a percepção sobre o futuro da economia brasileira. Se em janeiro havia a impressão de que a Selic poderia chegar em dezembro muito próxima de um dígito, a expectativa agora é que o ciclo de alívio, tímido até agora, termine antes do previsto. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada neste terça-feira, 23, reforçou essa percepção. No rali otimista do Ibovespa no começo do ano, a redução de juros também estava sendo precificada. Só em janeiro, a Bolsa acumulou uma expressiva alta de 14,62%. Mas cenário mudou de figura nos meses seguintes. No acumulado até maio, os estrangeiros lideraram uma retirada de R$ 19,26 bilhões, enquanto o investidor local sustentou a contraparte injetando R$ 24,01 bilhões. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.