O cruzamento entre o CIB, Sinter e a Receita dificultará omissão de rendimentos de aluguel. Entenda como funciona a nova fiscalização. 14/08/2026 10:49 Leitura: 7 Minutos Compartilhar Compartilhar Veja o resumo da noticia. Sistemas como o CIB ajudam o governo a mapear eventuais negociações informais sem pagamento de imposto - imagem: BrianAJackson / iStock A reforma tributária promete mudar a forma de arrecadação dos tributos sobre o consumo, mas também deve ampliar a capacidade de fiscalização das operações imobiliárias. A combinação entre novas bases de dados, emissão eletrônica de documentos fiscais e mecanismos de cruzamento de informações tende a dificultar a omissão de receitas provenientes de aluguel de imóveis, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. A avaliação dos especialistas é que a principal mudança não decorre da criação de novos tributos ou de novas hipóteses de incidência, mas do aumento da integração entre os sistemas utilizados pela administração tributária. Aquele acordo entre locador e locatário para que ninguém declare nada ao fisco está com os dias contados. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.