O farol do futebol mundial deixou de existir, ou só está sem direção?
A história mostra que a identidade brasileira nos campos pode estar além da repetição de fórmulas. A eliminação do Brasil para a Noruega ganhou um tom quase unânime nos veículos ao redor do mundo: o resultado do jogo foi mais um sintoma de uma crise que já dura décadas. Não foi apenas uma “zebra”. A Reuters destacou que o Brasil chegou ao sexto Mundial consecutivo sem conquistar o título, caminhando para o maior jejum de sua história. Já o The Guardian foi além e levantou uma dúvida sobre a identidade da seleção: afinal, ela ainda é um time ou se tornou apenas uma marca? O La Nación, da Argentina, resgatou um fantasma que parecia enterrado: o Brasil não caía nas oitavas de final de uma Copa desde 1990, quando Caniggia driblou Taffarel após passe de Maradona. De fato, faltou muita coisa em campo contra os noruegueses: personalidade, criatividade, organização e coesão. Mas, sem entender por que o Brasil chegou a esse cenário, fica a dúvida se o “velho farol” morreu mesmo ou se apenas perdeu a direção. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney