No Mapa de Risco Especial sobre eleições na Colômbia, se discutiu como o crescimento da violência impulsiona candidatura de Abelardo de la Espriella, que tenta reproduzir fórmula. O combate ao crime organizado deixou de ser apenas uma pauta de governo para se transformar em uma das principais plataformas eleitorais da América Latina. Na Colômbia, onde a escalada da violência voltou ao centro do debate político, o fenômeno ganhou um novo rosto, o de Abelardo de la Espriella, advogado criminalista que disputa a Presidência prometendo endurecimento contra guerrilhas, narcotraficantes e grupos armados. Mais conhecido como “El Tigre”, o candidato construiu sua campanha inspirado em líderes conservadores que ganharam projeção internacional ao defender políticas de tolerância zero contra o crime, como o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, o argentino Javier Milei e o norte-americano Donald Trump. Para o cientista político e sócio da Real Time Big Data, Bruno Soller, a ascensão de candidatos com esse perfil não é um fenômeno isolado da Colômbia, mas parte de uma tendência mais ampla que atravessa a América Latina. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.