Com teatros, jazz club ampliado e centro de experiências imersivas, L21 Corp reposiciona ícone da Avenida Paulista e aposta na arte como negócio bilionário no Brasil e no exterior. Em um dos endereços mais icônicos de São Paulo, na Avenida Paulista, entre as ruas Augusta e Padre João Manuel, fica uma construção também bastante simbólica: o Conjunto Nacional. Inaugurado em 1958, com presença até do presidente na época, Juscelino Kubitschek, o espaço, que combina galeria com áreas comerciais e residenciais, foi celebrado como o primeiro shopping da América Latina. Quase 70 anos depois, mudanças na lâmina horizontal, que ocupa toda a quadra na qual se implanta o edifício, reposicionam o Conjunto Nacional como um importante centro cultural. Boa parte dessa mudança vem de uma empresa: a L21 Corp, de Luiz André Calainho. Com o talento para transformar arte em negócio, Calainho vai ‘dominar’ os pavimentos da galeria. Hoje, a L21 já opera o Teatro Youtube, dentro da Galeria Magalu, no térreo. No segundo andar, a operação do Blue Note São Paulo, também do grupo, dobrará a sua capacidade com a inauguração de uma nova sala ainda este semestre. Também este ano, será inaugurado, no piso intermediário, um espaço cultural para exposições imersivas com 2.700 metros quadrados, distribuídos em três salas imersivas e uma área gastronômica com naming rights de um banco. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.