O difícil e longo trabalho de apoio às crianças traumatizadas pelos terremotos
Psicóloga relata que pequenos desabam emocionalmente ao desenhar. Andreina, mãe de três filhos, observa a caçula de cinco anos, entretida com cordas que encontrou. "Ontem, ela caiu no choro. Ela me disse que estava aliviada por ainda me ter. Ela conheceu uma menina aqui que perdeu a mãe o pai", conta ela, à reportagem da RFI. "É muito difícil. Soube que meus sobrinhos morreram, mas não tenho coragem de contar à minha filha. O choque seria forte demais para ela suportar agora", completa Andreina. À sombra de um grande galpão, dezenas de crianças jogam futebol, desenham ou participam de jogos em grupo. Elas são supervisionadas por profissionais da infância, sob a coordenação da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). A entidade estima em 680 mil o número de crianças que precisam de ajuda humanitária no país. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo