O custo invisível dos tokens: por que a conta da IA não para de subir?
A inteligência artificial generativa entrou nas empresas com promessa de ganho de produtividade. Agora, parte desse mercado começa a lidar com o ou. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. André Magalhães/Canaltech A inteligência artificial generativa entrou nas empresas com promessa de ganho de produtividade. Agora, parte desse mercado começa a lidar com o outro lado da moeda: quanto mais a IA trabalha, mais tokens são consumidos e, em muitas plataformas, o gasto de créditos fica maior. A mudança aparece em ferramentas de programação, atendimento, análise de documentos e agentes autônomos. O que antes, no geral, cabia em uma assinatura mensal começa a migrar para modelos baseados em uso, em que tarefas mais longas, complexas ou repetitivas podem consumir rapidamente os créditos disponíveis. Os sinais dessa virada já são visíveis na indústria como um todo. No começo de junho, o GitHub instituiu uma nova política de cobrança baseada em uso no Copilot. Não demorou muito e a mudança foi alvo de reclamações depois que usuários viram seus créditos mensais serem consumidos em poucas horas. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Canaltech