Número de espécies exóticas de moluscos no Brasil aumenta 215% em 15 anos
24% delas são consideradas invasoras, ou seja, podem causar prejuízos econômicos e ambientais. Dessas, 20 são consideradas invasoras —ou seja, capazes de causar prejuízos ecológicos, socioeconômicos ou à saúde—, incluindo o mexilhão-dourado e o caramujo-africano. A lista completa inclui organismos terrestres, aquáticos (de água doce) e marinhos (de água salgada). "Observamos uma taxa acelerada de introdução de moluscos não nativos no Brasil e lacunas persistentes no conhecimento taxonômico e ecológico dessas espécies", comenta Marcel Sabino Miranda, que participou do estudo durante pós-doutorado no Instituto Oceanográfico da USP (Universidade de São Paulo) com bolsa da Fapesp. O estudo, publicado em abril na revista Biological Invasions, foi liderado por Fabrizio Marcondes Machado, do Instituto de Biologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em colaboração com cientistas de diversas instituições e estados brasileiros. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo