Novos satélites Starlink são enormes – como isso afeta a astronomia?
Com uma envergadura maior que a de um Boeing 737, a versão V3 está entre os maiores satélites de comunicação em órbita baixa da Terra. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Monte sua trilha Jogos Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Monte sua trilha Jogos Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Exploração Espacial Novos satélites Starlink são enormes – como isso afeta a astronomia? Com uma envergadura maior que a de um Boeing 737, a versão V3 está entre os maiores satélites de comunicação em órbita baixa da Terra Marcelo Zurita, editado por Flavia Correia 13/08/2026 07:30 Prefira o OD no Google Satélite Starlink em comparação a uma aeronave comercial - Créditos: Imagem gerada por IA Compartilhe: Prefira o OD no Google Um dos momentos marcantes do bem sucedido décimo terceiro voo de testes da Starship foi a implantação experimental de vinte satélites Starlink V3, a nova geração da constelação de internet via satélite da SpaceX. Mas um detalhe nada pequeno chamou a atenção de quem acompanha o setor espacial: esses novos satélites são gigantes!. Com uma envergadura maior que a de um Boeing 737, estarão entre os maiores satélites de comunicação em órbita baixa da Terra. E, mais uma vez, isso nos levanta uma dúvida: será que objetos tão grandes representarão um problema ainda maior para a observação do Universo? Curiosamente, tudo indica que a maior preocupação talvez não seja aquilo que veremos no céu, mas sim aquilo que tentamos ouvir. Desde o lançamento dos primeiros Starlink, em 2019, a constelação cresceu rapidamente e revolucionou o acesso à internet em regiões remotas do planeta. Ao mesmo tempo, despertou debates importantes dentro da comunidade científica. Trilhas brilhantes cruzando imagens de observatórios astronômicos de todo o mundo e possíveis interferências em radiotelescópios passaram a preocupar os cientistas que estudam o Universo. A própria SpaceX reconheceu esses desafios e, ao longo dos últimos anos, trabalhou em soluções para reduzir o impacto de seus satélites sobre a astronomia. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital