Nova febre da renda fixa vira colosso que oferece até CDI+5%, mas exige cuidados
Ricardo Binelli, sócio da Solis, vê fundos de recebíveis atrativos para o varejo, mas alerta para riscos da disputa por ativos reduzir controles de prazos e liquidez; veja mais. Ricardo Binelli, sócio-diretor da Solis Investimentos, gestora de referência em FIDCs no Brasil (Foto: Divulgação) Publicidade. Os fundos de investimento em direitos creditórios ( FIDCs ) são o grande destaque dos investimentos no ano, garantindo rendimento elevado para um número cada vez maior de investidores. Sem grandes oscilações de preço e com isenção da antecipação do Imposto de Renda ( come-cotas ), esses fundos aparecem como opção diante da queda da remuneração dos CDBs de bancos menores e do receio com as dívidas de grandes empresas, que assombraram parte dos investidores em crédito privado em 2026. Os FIDCs fecharam os primeiros seis meses do ano com uma captação líquida de R$ 30 bilhões, atrás apenas dos fundos de renda fixa, dos ETFs e dos fundos de participações, segundo dados da Anbima. O número de investidores pessoas físicas também teve aumento expressivo, com as contas que aplicam nesses fundos crescendo quase 20%, para 435 mil. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: InfoMoney