Organização criminosa utilizava empresas de fachada e nomes de terceiros para obter isenções indevidas de impostos do agronegócio. Organização criminosa utilizava empresas de fachada e nomes de terceiros para obter isenções indevidas de impostos no transporte de grãos; grupo atuava em outros sete estados e no Distrito Federal. Uma força-tarefa entre a PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) e a Secretaria de Estado da Fazenda deflagrou, nesta quinta-feira (14), a Operação “Bilioagro”, que mirou uma organização criminosa responsável por causar um rombo de R$ 129.741.511,96 aos cofres públicos do estado. O grupo é especializado em fraudes fiscais estruturadas, falsidade ideológica e lavagem de capitais, com forte atuação nos setores de agronegócio e transportes. A Polícia Civil afirma que os criminosos utilizava empresas de fachada — conhecidas como “noteiras” — para emitir notas fiscais fraudulentas. O objetivo era simular a venda, o transporte e até a exportação de grãos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.