Discurso sobre independência dos EUA teve tom apocalíptico e críticas ao Congresso. "Só podemos perder as eleições de meio de mandato se permitirmos que isso aconteça, se formos tolos, estúpidos e imprudentes", afirmou ele na sexta-feira (3), exigindo que o Congresso aprove o seu projeto de lei Save America, que imporia regras mais rígidas de identificação de eleitores, dificultando o voto. Ele pediu o fim do obstrucionismo parlamentar. O propósito maior do discurso não é difícil de perceber. Ele está preparando uma linha de ataque que a Casa Branca começou a usar para conter uma ala progressista recém-insurgente do Partido Democrata que parece estar ecoando entre os eleitores liberais. Trump leu um roteiro apocalíptico enquanto os rostos pétreos de George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln observavam-no. Ele disse a palavra "comunismo" tantas vezes que você poderia pensar que a Guerra Fria ainda estava em curso. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.