Nestor da Silva foi promovido durante a guerra por sua bravura nos combates na Itália. Não foi preciso usar as granadas. E naquela madrugada, com Montese praticamente tomada pelas tropas brasileiras, o telefone de manivela tocou no posto avançado: o então general (depois marechal) Mascarenhas de Morais, comandante da FEB, promovera Nestor a segundo-tenente, por bravura. Como muitos que lutaram contra o fascismo, Nestor da Silva gostava de contar as histórias de soldado, mas não se gabava de seus feitos. Quem via aquele homem, já centenário, sair do apartamento na Asa Sul para ir ao banco, à banca de jornais ou à paróquia de Nossa Senhora de Guadalupe, não imaginava estar diante de um dos últimos heróis da Segunda Guerra Mundial. Filho do agricultor João da Cruz e Silva e de Luiza Vitória de Oliveira, Nestor nasceu em 13 de julho de 1917 em Lagoa Santa, então distante freguesia rural da recém-inaugurada Belo Horizonte. Voluntário, assentou praça na capital mineira em 1938, impressionado depois de ver o 10º Regimento de Infantaria marchando em ordem unida. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.