Parcerias com estilistas e coleções exclusivas reforçam posicionamento da tenista, enquanto ela tenta avançar em um dos Slams onde tem menor histórico de desempenho. Naomi Osaka voltou a fazer da quadra uma passarela em sua estreia em Roland Garros 2026. Na terça-feira (26), em Paris, a quatro vezes campeã de Grand Slams entrou para enfrentar a alemã Laura Siegemund usando um corset preto com saia plissada, de linhas que remetiam à Torre Eiffel, sobre um vestido dourado da Nike com paetês, que brilhavam no saibro sob o sol francês. Dentro de quadra, o desempenho acompanhou o impacto visual. Osaka venceu por 6/3 e 7/6(3), em um jogo controlado diante de Siegemund. O resultado levou a japonesa à segunda rodada, em que enfrentará Donna Vekić, e prolongará a vitrine para seu novo figurino. A relação de Osaka com a moda é parte de sua estratégia de imagem. A japonesa diz usar as roupas como forma de expressão — “falo pouco, deixo as roupas falarem por mim”, costuma repetir — e cita Serena e Venus Williams como referências em “grandes revelações” de looks em Grand Slams. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.