"Não identificamos pessoa viva": por que aplicativo do gov.br dá esse erro?
Erros na autenticação biométrica do gov.br geram dificuldades de acesso e expõem limitações do sistema de verificação facial usado no app. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Segurança e Privacidade “Não identificamos pessoa viva”: por que aplicativo do gov.br dá esse erro? Erros na autenticação biométrica do gov.br geram dificuldades de acesso e expõem limitações do sistema de verificação facial usado no app Wagner Edwards 22/06/2026 15:29 Imagem: ImageFlow/Shutterstock Compartilhe: Usuários do sistema federal gov.br têm relatado dificuldades ao realizar a autenticação por reconhecimento facial exigida em etapas de acesso a serviços digitais. O problema aparece principalmente quando o sistema retorna com mensagens de falha durante a verificação de identidade, alegando que “não identificamos uma pessoa viva” na frente da câmera. Segundo relatos reunidos em publicações recentes, a situação ocorre durante o uso do aplicativo em processos que podem envolver atualização de cadastro, entrada em dispositivos novos ou acesso a serviços mais sensíveis. O período das queixas coincide com tentativas de reforço de segurança na plataforma. O mecanismo utiliza comparação facial com bases oficiais e inclui checagem de “liveness”, tecnologia que busca confirmar se há uma pessoa real diante da câmera, com apoio de dados da Carteira Nacional de Identidade, CNH e sistemas civis. O objetivo, de acordo com a administração pública, é reduzir fraudes digitais. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital