Ex-deputado defendeu que aporte de dono do Banco Master 'é até barato'; valor previsto em contrato supera orçamento de 15 dos últimos 20 vencedores do Oscar. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) alegou que o orçamento do filme “Dark Horse”, que irá retratar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não é “caro” para os padrões de Hollywood. A produção ganhou notoriedade na última semana, depois do vazamento de um áudio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrando dinheiro de patrocínio ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que firmou um contrato para investir R$ 134 milhões no filme. Como mostrou o GLOBO, apesar da afirmação de Eduardo, o valor é superior ao que foi gasto em 15 dos últimos 20 vencedores do Oscar. — É um filme que, para quem não conhece, vai pensar que é super caro. Não. Para os padrões de Hollywood, não. E ainda assim, o que eu sei é que não conseguiu se captar tudo aquilo que o projeto inicialmente previa — disse Eduardo, neste domingo, em entrevista ao programa “Paulo Figueiredo Show”. — O valor (R$ 134 milhões) não é exorbitante, é até barato para os padrões de Hollywood — completou. O ex-deputado justificou que o diretor americano Cyrus Nowrasteh, escolhido para escrever o roteiro do filme, é “altamente requisitado”. Ele também defendeu que o ator Jim Caviezel, que irá retratar Bolsonaro no longa, é “a principal estrela do cenário conservador”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.