Pioneiro ativista gay revisitou história LGBTQIA+ no Brasil. Cresceu numa família católica, estudou num colégio religioso tradicional e tinha irmãos gêmeos que o azucrinavam porque era um "menino delicado, bonito". A discriminação por ser algo que nem sabia como nomear continuaram por anos, contou neste sábado (6), na Feira do Livro, o antropólogo e ativista LGBTQIA+. Mott sabia o que não era: um " heteronormativo ", termo que só aprenderia muitas décadas adiante. "Era terrível, eu nem sabia o que era ser gay, o que era homossexualidade.". Ele diz que era "tão chucro" que, quando se assumiu gay, já casado com uma mulher, pai de duas filhas, professor da Unicamp, "nem sabia como escrever homossexualidade, se com um ou dois ‘s’". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.