Pressão por velocidade e escassez de talentos levam empresas a buscar modelos mais flexíveis em tecnologia. Por muito tempo, a área de tecnologia foi vista apenas como suporte. Hoje, ela se tornou estratégica para praticamente qualquer empresa. Do varejo à saúde, passando por educação, logística e serviços, companhias de diferentes setores dependem de operações digitais para crescer, ganhar eficiência e melhorar a experiência do cliente. Foi de olho nesse cenário que Rafael Figueiredo criou a Tecla T, em Fortaleza, em 2019. Engenheiro de computação, ele percebeu que muitas empresas concentravam esforços apenas na entrega técnica dos projetos, sem necessariamente conectar tecnologia aos resultados do negócio. “Mais do que oferecer a solução mais rápida ou inovadora, o importante era entender como a tecnologia pode aumentar vendas, lucro ou eficiência operacional”, diz o CEO da Tecla T. A empresa começou como software house, desenvolvendo soluções sob demanda para clientes do Nordeste. Poucos meses depois, incorporou ao modelo a terceirização de profissionais de tecnologia — movimento que, segundo Figueiredo, surgiu a partir da demanda crescente das próprias empresas. Hoje, a Tecla T atua com outsourcing de TI e desenvolvimento de software para companhias de diferentes segmentos, incluindo Magalu, EY, Hapvida, G4 Educação e M. Dias Branco. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.