Países irão comandar a cúpula climática da ONU deste ano, em parceria inédita. A administração do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, considerado um autocrata e representante da direita radical, será a anfitriã do evento, na cidade litorânea de Antália, de 9 a 20 de novembro. Já o governo de centro-esquerda do primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, irá comandar as negociações. A Turquia aposta no evento para se posicionar como mediador na diplomacia climática — como tentou fazer, por exemplo, na guerra entre Rússia e Ucrânia. O Acordo de Paris determina que países desenvolvidos ajudem a financiar a adaptação climática e a mudança para a economia de baixo carbono nas nações em desenvolvimento, um dos pontos mais contenciosos das conferências da ONU. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.