As vitrines com coleções de joias serão alocadas em outros pontos do museu; quadrilha levou joias da coroa francesa avaliadas em mais de US$ 100 milhões. Visitantes na Galeria de Apolo, durante a reabertura da galeria ao público, no Museu do Louvre, em Paris, França – 22/07/2026 (Foto: Lou Benoist/Pool via REUTERS) Publicidade. O Museu do Louvre, em Paris, reabriu nesta quarta-feira a Galeria de Apolo, local de um espetacular roubo de joias avaliadas em 88 milhões de euros (US$ 102 milhões) em outubro de 2025. Mas o público só terá a oportunidade de observar os adornos do salão, que vai retomar a função original do século XVII, de “galeria cerimonial”. As vitrines com coleções de joias serão alocadas em outros pontos do museu. “As joias que não foram roubadas serão apresentadas em espaços seguros, em outras partes do museu”, disse o direto, Christophe Leribault à Reuters. “Também é uma oportunidade de redescobrir a esplêndida arquitetura e a decoração desta galeria”, disse ele à AP. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.