Mulheres eram amarradas, presas e agredidas em casa de acolhimento em Guarulhos, aponta
OUTRO LADO: Advogado de empresa diz ter provas de que não houve agressão e de que internações eram voluntárias. Essas denúncias estão em um relatório assinado por dois peritos do MNPCT (Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura), cinco defensores e uma psicóloga da Defensoria Pública estadual, e quatro representantes das ONGs Conectas Direitos Humanos e Instituto Desinstitute. A Folha teve acesso ao documento. Os relatos à equipe de inspeção descrevem casos em que mulheres foram retiradas de casa à força, por homens que as amarraram pelas mãos e pés. Em alguns casos, elas narraram que foram contidas com injeções nas nádegas. Outras relataram o uso de "mata-leão", técnica de estrangulamento que deixa a vítima desacordada."mata-leão", técnica de estrangulamento que deixa a vítima desacordada. A casa em Guarulhos onde as mulheres foram encontradas tinha travas externas nas portas dos quartos. Elas eram impedidas de deixar o local, e a administração da casa regulava sua comunicação com a família. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo