MPF investiga destino de poupanças de escravizados na Caixa Econômica
MPF pede que Caixa investigue o que foi feito; foram identificadas 158 cadernetas em Mato Grosso. Algumas dessas pessoas mantinham contas na então Caixa Econômica da Corte, hoje Caixa Econômica Federal, para juntar recursos na esperança de comprar a própria alforria ou a de parentes. Até 13 de maio de 1888, a abertura de conta, os depósitos e os saques só podiam ser feitos mediante autorização do senhor. Depois da abolição, não houve ação do Estado nem do banco para informá-las de que o dinheiro poderia enfim ser sacado sem autorização dos antigos proprietários. "Há indícios nos livros de conta corrente da Caixa da época que mostram que, depois da abolição, muita gente não movimentou essas contas", explica a historiadora Keila Grinberg, professora da Universidade de Pittsburgh (EUA) e referência no tema. "Não sabemos por que essas pessoas não mexeram nessas contas depois de 13 de maio de 1888.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo