Movimento das canetas emagrecedoras nacionais pode dar destaque para Hypera; entenda
O Goldman Sachs avaliou o impacto da quebra de patente e a entrada do setor no mercado de emagrecimento, mantendo recomendação neutra para o papel à espera de um impacto material. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na última terça-feira (26) o primeiro medicamento sintético análogo à semaglutida (GLP-1) no Brasil, momento considerado uma virada de chave importante após a quebra de patente do Ozempic e Wegovy, medicamentos de referência, que ocorreu em março deste ano. A movimentação das farmacêuticas brasileiras para entrar no mercado das canetas emagrecedoras pode trazer oportunidades interessantes para as companhias listadas na B3. O novo produto será fabricado pela EMS sob o nome de Ozivy e terá uma indicação restrita, sendo utilizado somente para tratar o diabetes tipo 2 em adultos. De acordo com relatório publicado pelo Goldman Sachs nesta quarta-feira (27), a Anvisa está analisando atualmente outros cinco medicamentos sintéticos e mais um de origem biológica. Apesar do pioneirismo da concorrente, que pretende iniciar as vendas nos próximos 30 dias com projeção de faturamento mínimo de R$ 500 milhões no primeiro ano, os holofotes do mercado financeiro se voltaram para os reflexos dessa abertura na Hypera ( HYPE3 ). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney