Grupo reúne pessoas exploradas financeiramente na infância e defende PL que dificulta a vinculação de menores a CNPJs. Hoje, sua história integra o Movimento Criança sem Dívida, que reúne vítimas de abuso financeiro infantil e presta assistência psicológica e jurídica aos integrantes. Emancipada ainda na adolescência para ocupar o cargo de sócia em uma das empresas abertas por seus pais, Paloma viu o negócio falir pouco tempo depois de atingir a maioridade. O empreendimento aberto em seu nome passou a responder também por débitos acumulados por outras companhias administradas por seus responsáveis. Aos 18 anos, ela já devia R$ 6 milhões no seu CPF. "Eu não podia ter telefone, boleto no meu nome, não podia comprar carro ou casa", lembra. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.