Motoristas de ônibus decidem por greve nesta segunda no Rio de Janeiro
Desembargadora ainda determinou multa de R$ 50 mil caso a frota não atinja o percentual mínimo. Ônibus como barricadas no Rio de Janeiro, durante a Operação Contenção da Polícia Militar (Fernando Frazão/Agência Brasil) Publicidade. Os motoristas de ônibus da cidade do Rio decidiram na noite deste domingo iniciar uma greve a partir das 0h desta segunda-feira. O movimento, que atinge as linhas municipais e BRT, cobra um piso salarial de R$ 4 mil para coletivos convencionais e R$ 5 mil para os articulados, além de aumento no vale alimentação e jornada de trabalho na escala 5×2. Neste sábado, o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) considerou legal a greve dos rodoviários, mas determinou que metade da frota circule pela cidade. Ao o TRT-1, o Sintrucad-Rio, sindicato dos rodoviários, pediu à Justiça que determinasse a frota mínima em circulação em 30% nos horários de pico e 15% no resto do dia, além da suspensão de descontos salariais nos dias de paralisação. Já o Rio Ônibus, sindicato das empresas, argumentou que as operadoras do sistema estão em “penúria financeira” e atribuiu a crise ao atraso no repasse de subsídios pela prefeitura do Rio e pediu a decretação da ilegalidade da greve e frota mínima de 90% nos horários mais movimentados, além da proibição de atos de bloqueio em garagens e vias públicas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney