Uberização está na pauta do STF desta quarta-feira (24); ministros discutem sobre vínculo empregatício. Conforme análise dos pesquisadores, as despesas de quem utiliza carro próprio são de cerca de R$ 5.566 por mês, enquanto as dos que usam carro alugado chegam a R$ 5.706. Os gastos incluem combustível, manutenção e depreciação de veículos, seguro, impostos, pacote de internet móvel para trabalhar, multas e alimentação para jornada de oito horas por dia, 22 dias por mês, a uma velocidade 25 km/hora. O documento, publicado às vésperas do julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) do tema 1.291, que discute vínculo de emprego desses profissionais com as plataformas, afirma que a uberização é um modelo de transferência de custo para o profissional, em precarização avançada do mercado de trabalho. O ganho médio fica bem abaixo desses valores, mas o estudo também considera a renda obtida por entregadores de delivery. Segundo a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional de Amostra de Dados Contínua), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o rendimento médio mensal desses profissionais foi de R$ 2.996 no segundo trimestre de 2024, 4,2% acima ao dos demais trabalhadores (R$ 2.875). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.