Mortes em terremotos na Venezuela vão a 3.685, diz regime
Não há informações oficiais sobre número de desaparecidos; 17 mil ficaram feridos. O regime disse ainda que 12.800 pessoas estão desabrigadas, isto é, fora de casa e em abrigos públicos, enquanto cerca de 5.000 estão desalojadas —na casa de parentes e amigos ou em hotéis. Mais de 80 abrigos improvisados foram erguidos em Caracas, a capital, e La Guaira, cidade mais atingida pelos tremores. Especialistas em saúde pública alertam que a situação nestes abrigos é precária. Muitos deles não têm saneamento básico e estão superlotados, o que pode levar a epidemias de doenças evitáveis, como cólera, tuberculose, tétano e sarampo. A resposta do regime vem sendo alvo de críticas de parte da população, que considera lentas as ações de emergência. A líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, rejeitou as críticas e afirmou que as operações de busca e resgate continuam. Sem apresentar provas, ela acusou "laboratórios midiáticos" de tentar prejudicar o trabalho das equipes de emergência. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo