Ativista foi a primeira a conseguir retificação do nome, em 2011, com autorização judicial. Além dos plantões hospitalares, Marcelly foi prostituta nas ruas e boates da capital gaúcha, onde conheceu travestis glamourosas e assistiu shows espetaculares, mas também enfrentou a violência e a discriminação. Foi o início da trajetória da ativista pioneira do movimento trans e travesti no Rio Grande do Sul, morta neste sábado (4), aos 75 anos, em Porto Alegre. A morte foi informada pela ONG Igualdade - Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul, que ela fundou no final da década de 1990. "Marcelly foi uma mulher travesti de coragem, força e dignidade. Uma guerreira incansável na luta pelos direitos da população trans e travesti do Brasil, que deixou sua marca por meio da resistência, do acolhimento e da defesa de uma sociedade mais justa e igualitária", diz a nota divulgada pela ong. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.