Morgan Stanley vê mais cortes da Selic e eleva aposta em renda fixa brasileira
Braço de gestão do banco afirma que alta recente da inflação puxada pelo petróleo deve ser passageira, com desaceleração da economia reforçando a queda de preços e abrindo espaço. Títulos públicos brasileiros de três anos ganharam uma posição overweight (equivalente a compra) na carteira global do Morgan Stanley Investment Management. A gestora projeta aceleração dos cortes de juros pelo Banco Central ainda no segundo semestre deste ano. A posição em papéis brasileiros faz parte de uma exposição mais ampla a títulos em moeda local de mercados emergentes, segundo relatório trimestral de alocação da casa. A gestora cita juros acima de 14% e a meta de inflação de 3% como justificativa para a tese. Na avaliação dos estrategistas, o afrouxamento monetário deve impulsionar o crescimento, melhorar o déficit fiscal e atrair fluxo de investidores, o que sustentaria o real. O banco reconhece que os preços de energia elevaram o IPCA de maio, levando o Banco Central a adotar um tom mais duro. Ainda assim, a Morgan Stanley classifica essa pressão como transitória e aposta que a reversão do petróleo e o avanço da desinflação doméstica devolverão fôlego ao ciclo de flexibilização. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney