Moraes vota para tornar réus ex-chefe da Polícia Civil e delegado por obstrução no caso
OUTRO LADO: defesa de Rivaldo Barbosa nega crimes; advogados de Marquinho DH e Giniton Lages não responderam a tentativa de contato. Em seu voto, Moraes afirmou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) descreveu detalhadamente as condutas criminosas do trio, que estaria organizado com outros agentes para praticar crimes, dentre eles obstruir a investigação de homicídios, incluindo a morte de Marielle e de seu motorista Anderson Gomes, em março de 2018. Em denúncia apresentada em fevereiro deste ano, a PGR afirmou que Rivaldo, que foi chefe da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio, liderou uma organização criminosa na corporação que teria se aproveitado "de um contexto de mercantilização de homicídios existente" no estado. Segundo órgão, o trio e outros envolvidos ainda não identificados mantinham o "controle, direto ou indireto" sobre as apurações de crimes praticados por milicianos ou contraventores. A acusação afirmou que eles desapareciam com provas, usavam falsos testemunhos e incriminavam inocentes. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo