Líder comunitária conta que morador passou mal em razão do cheiro e foi hospitalizado horas antes da explosão. “O cheiro de gás começou por volta de 12h-13h, um cheiro forte de gás. Tive que usar máscara, eu e minha irmã. Eu fiquei com medo, fui lá no fogão olhar se era eu que tinha deixado algum fogo ligado, mas não era”, conta Lúcia Monteiro. Moradora da comunidade há mais de 40 anos, a casa dela fica na rua de trás do local da explosão. A moradora relata que, ao sentir o cheiro, foi até a rua e encontrou a equipe da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que realizava obras no local e questionou o que tinha acontecido. Segundo ela, o funcionário disse que "a gente estava mexendo e estourou a tubulação de gás" e que a distribuidora Comgás, responsável pelo abastecimento, já tinha sido alertada. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.