Associação quer mais flexibilidade nos horários do programa Ruas Abertas e fiscalização de barulho. Segundo Livio Giosa, presidente da associação Paulista Viva, o diálogo com a prefeitura será para pedir mais flexibilidade no horários do programa Ruas Abertas e mais fiscalização em relação às apresentações musicais que preenchem o domingo na avenida. "Uma das nossas premissas com a prefeitura é que ela faça um gesto para a população local, no sentido de ter um diálogo mais aberto, de entender essas e outras preocupações dos moradores e frequentadores da Paulista", diz. Ele afirmou que 11.800 pessoas moram nos prédios na Paulista, sendo a maioria idosos e um alto índice de população autista, que se incomoda com o barulho. "O grau de ruído na avenida é gigante porque vira uma caixa de ressonância [devido à posição dos prédios]. Para quem está de passagem, tudo bem, mas para quem está o tempo todo vivenciando é outra história", diz. "Quem mora na avenida Paulista, aos domingos, não consegue sair de casa, não consegue receber nenhum visitante, tem dificuldade se tiver que se locomover. Já temos esses incômodos, além dos inúmeros artistas de rua, que inclui música eletrônica", diz Giosa. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.