Primeiro a depor em julgamento, Henrique Damasceno afirma que casal combinou depoimento; defesa nega que réus tenham envolvimento na morte de menino. Durante o depoimento —dado nesta terça (25), no segundo dia do júri— o investigador relembrou três episódios de agressões, levantados pela investigação, que antecederam a morte da criança. Em um deles, Henry fez uma videochamada pelo celular da babá para Monique, que estava em um salão de beleza. Segundo o delegado, o menino disse à mãe: "o tio bateu", referindo-se a Jairinho. De acordo com Damasceno, o casal combinou versões e omitiu as agressões durante os depoimentos à polícia, seguindo orientações do então advogado. As defesas de ambos os réus negam que o menino tenha sofrido agressões que o levaram à morte. Monique, segundo o delegado, descreveu uma rotina supostamente harmoniosa, afirmando que mantinha uma boa relação com Henry e Jairinho. Já Jairinho apresentou uma narrativa semelhante. No depoimento, disse que o relacionamento entre todos era perfeito, que o casal havia começado a morar junto no final de 2020 e confirmou a versão apresentada por Monique. "Foi uma farsa ensaiada", afirmou o delegado. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.