Mirra Andreeva credita título em Roland Garros a psicóloga
Ajuda psicológica foi fundamental para ela superar momento difícil em Madri e vencer em Paris. Andreeva, 19, campeã de Roland Garros após vencer Chwalinska por 6/3 e 6/2 neste sábado (6), atribuiu boa parte do título a um trabalho sistemático com uma psicóloga —iniciado depois de um período difícil em Madri, há pouco mais de um mês. "Conversei com ela antes da semifinal e antes da final. Ela me deu muitos conselhos e técnicas que pude usar na quadra para viver tudo isso de forma um pouco melhor. Ela merece muito crédito.". A virada entre Madri e Paris não teve um fator único. "Não houve uma grande mudança ou algo que decidi trocar completamente. Minha psicóloga diz que você sempre pode escolher como vai se comportar na quadra e quem vai ser como pessoa. Decidi ser uma lutadora.". Parte dessa escolha passou por Roger Federer. "Assisti a muitas partidas dele aqui e queria tentar imitar um pouco a forma como ele se comportava na quadra. Não ficar frustrada, não demonstrar insatisfação. Para as pessoas, também é bom ver jogadoras que tentam o seu melhor e competem.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo