Parlamento israelense aprovou em março lei com pena de morte que, na prática, não se aplica a judeus. "É aqui que os terroristas serão executados. Teremos uma forca, salas para que as vítimas do crime possam vir e assistir, igualzinho nos Estados Unidos, aliás", diz Ben-Gvir nas imagens, parcialmente borradas para que o local não fosse identificado. "Estamos cumprindo nossas promessas", prossegue o extremista, que tem longo histórico de falas racistas contra palestinos e árabes no geral. "Houve quem duvidasse, houve quem zombasse. Está aí. A obra começou." O vídeo tem formato de propaganda eleitoral, uma vez que Israel terá eleições gerais no dia 27 de outubro. Em março deste ano, por iniciativa de Ben-Gvir, o Parlamento de Israel aprovou a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados por ataques letais. Na votação, o ministro usava um broche em formato de forca, numa referência clara ao método de execução. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.