Procuradoria alega que licença dada à Petrobras pelo Ibama tem fragilidades técnicas e omissões. Batizado de Morpho, o poço começou a ser perfurado em outubro de 2025, mas ficou paralisado por semanas no início de 2026 após o acidente. A operação foi retomada no dia 16 de março e deve ser concluída ainda no segundo trimestre, segundo a Petrobras. O Ministério Público alega que o estudo de impacto ambiental do poço tem "fragilidades técnicas, inconsistências e omissão". Afirma ainda que o processo de licenciamento violou direitos de comunidades tradicionais, que não foram consultadas. "Os estudos de modelagem de dispersão de óleo utilizados pela Petrobras estão defasados e não consideram adequadamente o impacto sobre o sistema de recifes de corais da Amazônia nem o cenário de afundamento do óleo", diz o órgão, em nota. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.