OUTRO LADO: Empresa disse que não vai se manifestar sobre o caso. Trata-se de um novo capítulo da controvérsia envolvendo a moderação de conteúdo da empresa anunciada pelo CEO, Mark Zuckerberg, em janeiro de 2025. Procurada pela Folha, a Meta disse que não comentaria o caso. A cobrança foi formalizada nesta terça-feira (2) pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias, que conduz um inquérito civil aberto em 2025 para investigar os impactos das mudanças promovidas pela empresa em suas políticas de moderação sobre a população LGBTQIA+. No ofício enviado à Meta, o procurador afirma que a empresa deve esclarecer os motivos da "suspensão massiva de mais de cem perfis com temática LGBTI+" e informar "qual a diretriz comunitária específica que cada uma das páginas listadas teria violado para sofrer a derrubada sumária". O MPF também questiona se os bloqueios decorreram de "detecção automatizada (algorítmica) ou denúncias em massa coordenadas". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.