Ministério da Saúde assina novo contrato de R$ 34 mi com empresa ligada a alvos
OUTRO LADO: não há razão para alterar contratação, diz pasta; Star Pharma nega vínculo com grupo de Beto Louco e Primo. A distribuidora de medicamentos foi mencionada na representação do Ministério Público de São Paulo que baseou a Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025, como ligada "direta ou indiretamente" a Mohamad Hussein Mourad. Conhecido como Primo, ele é um dos principais alvos da apuração sobre a inserção do PCC (Primeiro Comando da Capital) na economia formal, está foragido e negociou delação. O Ministério da Saúde afirmou que, segundo a Corregedoria da pasta, não há decisão administrativa ou judicial que justifique alterar o procedimento de compras com a Star Pharma. A Star Pharma disse que atua de forma regular e que segue a legislação sanitária e de compras públicas. A empresa afirmou que não integra, financia ou tem vínculo societário com investigados e disse repudiar "qualquer tentativa de associar sua atuação" a organizações criminosas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo