Andrei Roman aponta alta rejeição do presidente argentino e classifica como inédito o ataque de um líder estrangeiro a Lula e Moraes em solo nacional. O presidente argentino, Javier Milei, gesticula ao lado do senador brasileiro Flávio Bolsonaro, que será anunciado como candidato às eleições presidenciais do Brasil, durante a convenção nacional do Partido Liberal (PL) em São Paulo, Brasil, 25 de julho de 2026. REUTERS/Jean Carniel Publicidade. O cientista político e CEO do instituto de pesquisas AtlasIntel, Andrei Roman, afirmou nesta segunda-feira, 27, que a participação do presidente da Argentina, Javier Milei, na convenção do PL que homologou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência tende a trazer mais prejuízos do que benefícios à campanha do senador. Durante o evento, Milei atacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem chamou de “presidiário” e “ladrão.” O argentino também ofendeu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, classificando-o como “lixo careca”. A Justiça negou um pedido de Milei para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.