Michel Melamed cria comédia musical debochada sobre a criatividade
A sinopse, o programa da pea e talvez esta reportagem no sejam suficientes para explicar "O Funcionrio que Pede para No Ser Identificado", espetculo escrito e dirigido por Michel. A comédia musical à capela aborda o fim da criatividade em um fictício setor de registro e produção de obras artísticas, um espaço burocrático onde os projetos precisam ser aprovados com uma funcionária frustrada e pronta para distribuir respostas negativas às ideias alheias. É uma crítica aos sistemas que regulamentam a existência da arte, como os governos, o mercado, os algoritmos, as métricas das redes sociais e a ameaça sedutora da inteligência artificial, em meio a muitas negociações e ao desespero pela sobrevivência. Mas não só isso. O espetáculo debocha dos próprios artistas com seus clichês e ares de genialidade, enquanto disputam recursos de patrocínios, editais e a aprovação geral. Sobra também para o público, que nem sempre sabe o que quer e, às vezes, é capaz de estragar uma apresentação. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo