Nos EUA, metade dos adultos com menos de 50 anos já busca orientações sobre alimentação, sono e saúde mental com criadores de conteúdo. Menos de um em cada cinco eram profissionais convencionais, como médicos, dentistas ou enfermeiros. Muitos listavam outra qualificação, descrevendo-se como "coaches" de dieta ou de vida, empreendedores ou pais em suas biografias. O estudo aponta que essas contas têm alcance vasto: 8% tinham mais de um milhão de seguidores. E cerca de metade dos consumidores desse conteúdo disse que os influenciadores os ajudaram a entender melhor como ser saudáveis. "Estamos absolutamente subestimando os influenciadores de bem-estar", diz Mariah Wellman, que estuda comunidades digitais de bem-estar na Universidade Estadual de Michigan, nos EUA. "Eles não apenas moldam mais o que compramos ou vestimos", afirma, mas também "influenciam nossas escolhas de estilo de vida, o que colocamos em nossos corpos". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.