A Meta estaria adotando uma estratégia global coordenada para combater leis que proíbem ou restringem o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A acusaç. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Marcelo Fischer/Canaltech A Meta estaria adotando uma estratégia global coordenada para combater leis que proíbem ou restringem o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A acusação aparece em um relatório detalhado do Tech Transparency Project (TTP), grupo de defesa dos direitos digitais, que aponta o uso de influenciadores, organizações de pesquisa e grupos de defesa para tentar mudar a percepção pública sobre as propostas de restrição. Segundo o levantamento, a empresa estaria recrutando uma espécie de “exército” de influenciadores dos segmentos de estilo de vida, parentalidade e saúde mental. O objetivo seria promover ferramentas de segurança da própria Meta, como as Contas de Adolescente, apresentando-as como uma alternativa mais eficiente do que as proibições impostas pelos governos. A campanha teria sido identificada em vários países, incluindo Austrália, Brasil, Índia, Indonésia e Reino Unido. Entre as ações estão eventos de luxo chamados “Instagram Safety Camp”, nos quais criadores de conteúdo recebem argumentos e orientações alinhados à posição da empresa. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.