Artur Gomes da Silva Neto foi preso novamente na quarta-feira (10) na investigação que apura esquema bilionário de fraudes na Secretária da Fazenda de São Paulo. O auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, apontado por promotor do MP-SP como coringa em suposto esquema de fraudes do ICMS - Divulgação Publicidade. Promotores do Gedec, o Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômicos do Ministério Público de São Paulo, apreenderam na casa do ex-auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto – apontado como o “cérebro” de um esquema bilionário de fraudes tributárias e propinas na Secretaria da Fazenda estadual -, um documento intitulado “Obrigações”. Segundo a Promotoria, o material indica que Artur, preso novamente na quarta-feira (10) continua administrando interesses financeiros ligados ao esquema alvo da Operação Ícaro. Entre as anotações atribuídas a Artur aparecem referências a “receber os honorários da Fast Shop”, “negociar dívida”, “verificar empréstimos em moeda física” e “reativar empresas que forem possível”. Ao Estadão, o criminalista Júlio César De Nigris Boccalini, que conduz a defesa de Artur, afirmou que “não fará juízo de mérito pela imprensa, especialmente sobre documentos cuja origem, integralidade, contexto e cadeia de custódia ainda precisam ser controlados nos autos”. A reportagem também pediu manifestação da Fast Shop sobre a menção nos documentos. O espaço está aberto. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.