Mesmo mais qualificadas, mulheres enfrentam retrocesso profissional após anos de avanços
Dados apontam estagnação em diferença salarial, nomeação para cargos executivos e participação em trabalho integral. Hoje elas superam os homens em número nos campi universitários de praticamente todos os países ricos. No trabalho, muitas têm se dedicado com entusiasmo a "ir à luta", como Sheryl Sandberg, então número dois do Facebook, as incentivou a fazer em um livro de 2013. A representação delas entre as profissões mais bem remuneradas, incluindo médicos e advogados, quase triplicou nos Estados Unidos desde 1980. Na virada do século, um paciente britânico tinha duas vezes mais chances de ser atendido por um homem. No ano passado, o número de médicas superou o de médicos pela primeira vez, segundo o General Medical Council da Grã-Bretanha, um órgão público. Recentemente, porém, a geração de mulheres mais qualificadas da história da humanidade parece estar retrocedendo no mercado de trabalho. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo